27.09.22

Gestão de Pessoas: Boas Práticas Apoiadas em Tecnologia

Evento Híbrido e Gratuito

Como aproveitar o teletrabalho: testemunhos reais de PHCs

Nos últimos dois anos, repensámos a forma como trabalhamos. A pandemia levou as empresas a procurar novas formas de colaborar e o teletrabalho passou a fazer parte das nossas vidas. Descobre como tem sido a experiência dos colaboradores da empresa mais feliz de Portugal.

Quase dois anos depois de Portugal entrar em estado de emergência, e as empresas entrarem em teletrabalho obrigatório, muito mudou na forma como trabalhamos. 

No mesmo ano em que inaugurámos instalações no Porto e em Oeiras, apresentámos o nosso novo modelo de trabalho: Best Experience at Work Everywhere. Decidimos perguntar aos nossos PHCs como se estão a adaptar a este novo modelo de trabalho, e partilhar convosco os seus testemunhos.

Nos últimos dois anos, repensámos a forma como o teletrabalho impacta a produtividade e o bem-estar dos nossos colaboradores - e implementámos, por isso, um novo modelo de trabalho na PHC.

Foi durante mais uma edição do nosso Ask the CEO que o Ricardo Parreira anunciou o Best Experience at Work Everywhere: o novo modelo de trabalho da PHC, que prevê alta responsabilidade com alta flexibilidade para alta produtividade.

De acordo com este, os nossos colaboradores passaram a ter dois dias de presença obrigatória nas instalações da PHC, onde devem privilegiar o trabalho coletivo e criativo. Os restantes três dias podem ser passados em trabalho remoto, de acordo com a flexibilidade da própria função. Mas este não foi o único benefício apresentado.

Trabalhamos em qualquer lugar do mundo.

Este ano passámos também a poder usufruir de dois períodos anuais de 30 dias em full-remote, tendo a oportunidade de trabalhar a partir de qualquer parte do mundo. Os PHCs podem depois conjugar estes 30 dias com um período de férias – conseguindo aproveitar ao máximo este benefício.

O Lucas juntou-se à PHC no início de 2021, quando as nossas equipas ainda estavam a trabalhar em full-remote.

Um dos primeiros colaboradores da PHC a usufruir deste benefício foi o Lucas MachadoMembro da nossa equipa de UX Design, juntou-se à PHC durante o período de pandemia, o que implicou que trabalhasse durante vários meses em full-remote.

Optou por ir para o Brasil, visitar a família que já não via desde o início da pandemia, estando a trabalhar lá desde o início de novembro. E contou-nos que a experiência está a correr bem melhor do que poderia ter previsto. 

O Lucas optou por ir visitar a família ao Brasil, e nem a diferença de horário o impediu de colaborar com a sua equipa.

Talvez ainda não saibas mas, na PHC, a gestão dos projetos e do desempenho das equipas é feito através do nosso software. Isto permite que todos os PHCs acompanhem em tempo real as tarefas planeadas, a agenda da equipa e o estado do projeto.

A centralização desta informação permite que os líderes analisem em tempo real o desempenho da equipa – através de diferentes dashboards. E as equipas, mesmo que trabalhem de forma assíncrona, conseguem estar alinhadas.

Gerímos o nosso tempo de forma flexível.

Implementarmos um sistema de trabalho híbrido, implica também que o grande foco passe a ser colocado no cumprimento dos objetivos.

Isto permite que exista uma maior flexibilidade na forma como os PHCs gerem o seu tempo e a realização das suas tarefas. O conceito de work-life balance evoluiu para a noção de work-life blend – e cabe a cada pessoa fazer a gestão desta combinação, em prol do seu bem-estar.

Nos seus dias de teletrabalho, aproveita para matar saudades da Bali, a sua beagle de 2 anos.

O Luís Matias pertence à nossa People Experience Unit. Se por um lado a proximidade dos nossos colaboradores é essencial ao seu trabalho, o Luís não dispensa os dois dias que passa em trabalho remoto.

Tendo um filho com um ano e uma cadela com dois, quando está em casa consegue mais facilmente adaptar o seu dia de trabalho, de forma flexível, ao cuidado de ambos.

O Luís juntou-se à PHC já num período onde o trabalho em modelo híbrido fazia parte do nosso dia-a-dia.

Explicou-nos que não vê nenhum desafio acrescido em liderar a equipa em remoto – mesmo quando os dias em que cada membro da sua equipa está em remoto não coincidem.

Começa os dias sempre com uma daily meeting, e mantém, ao longo do dia, comunicação com todos via Microsoft Teams. No que diz respeito aos projetos, aposta na comunicação assíncrona, sempre que possível, de forma a não impactar os períodos de foco dos diferentes PHCs.

Criamos momentos de grande foco e planeamento.

Carl Newport define deep work como o trabalho realizado num estado de concentração livre de qualquer tipo de distrações, de forma a elevar a nossa performance. 

É este estado de concentração, por vezes difícil de conseguir atingir no escritório, rodeado de colegas, que o trabalho remoto nos permite atingir com maior facilidade.

O Nuno opta por trabalhar presencialmente às terças e quintas feiras, juntamente com a sua equipa.

O Nuno Jorge explicou-nos que gosta de trabalhar remotamente às sextas-feiras. De forma a tirar o melhor proveito deste dia de foco, procura não marcar reuniões.

Durante a manhã dedica-se a terminar projetos mais exigentes, que levou a cabo durante a semana, e de tarde aproveita para ler artigos, fazer benchmark de ideias e planear a semana seguinte.

É também nestes dias que se dedica à formação – que consegue fazer remotamente e de forma assíncrona, uma vez que a PHC lançou a sua  plataforma de digital training, durante a pandemia. 

Explicou-nos que já não imagina as suas semanas sem a flexibilidade de também poder trabalhar remotamente.

Tendo estado envolvido de perto no projeto das novas instalações, explicou-nos a importância de todas as salas da PHC estarem preparadas para um ambiente de colaboração remota.

Através de sistemas de video-conferência de última geração, todos os participantes podem dar o seu contributo como se estivessem na sala.

Sejam reuniões entre equipas, ou com entidades externas, o Nuno refere que não se sente a distância – mesmo quando o seu interlocutor está a mais de 10 horas de viagem de distância.

Tiramos o melhor partido do trabalho presencial.

O facto de incluirmos o trabalho remoto nas nossas semanas, e de passarmos a planear as tarefas que exigem maior foco para que coincidam com estes momentos, também impactou a forma como trabalhamos presencialmente.

É nos dias em que estamos no escritório que agendamos momentos de colaboração, arranque de projetos e brainstormings. E também os líderes aproveitam estes dias para estarem mais próximos das suas equipas – dinamizando almoços de equipa ou happy hours quinzenais.

A equipa de Internal Development reunida nos escritórios do Porto, da PHC.

Todas as equipas procuram ter pelo menos um dia presencial conjunto, por semana. 

Nesse dia, as daily meetings são realizadas presencialmente (por vezes, ao pequeno almoço – que tomamos na PHC), o que permite que as equipas acompanhem o estado dos vários projetos.

É também nestes dias que os líderes realizam as reuniões de equipa e as activity reviews (reuniões one-on-one dos líderes com cada membro da sua equipa).

Conseguimos assim encontrar o equilíbrio perfeito entre o potencial produtivo do trabalho remoto com o espaço de colaboração que surge do trabalho presencial. Priorizamos o bem-estar dos nossos colaboradores e permitimos que estes criem connosco a sua best experience at work. Não só em Portugal, mas em qualquer lugar do mundo.

E tu, adaptavas-te aos nosso modelo de Best Experience at Work Everywhere?

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