Quem nunca foi Mariana que atire a primeira pedra

Esta semana vimos inúmeras empresas a reagir positivamente a um erro. Fomos então falar com vários dos nossos colaboradores para entender como abordam o erro nas suas equipas. E compreendemos que impacto tem o erro na inovação das equipas. Descubram tudo.

Esta semana vimos um fenómeno incrível acontecer nas social media. Perante um suposto erro de uma colaboradora da SONAE, todos os utilizadores da app do Continente receberam uma notificação de teste. Na mensagem podia ler-se “Teste Mariana: recebeste?”. Perante o sucedido, o Continente tirou o melhor proveito deste engano e perguntou aos seus seguidores: “Todos receberam?”.

A parte inesperada foi a forma como inúmeras marcas aderiram ao sucedido, celebrando o erro da Mariana, abordando-o pela positiva. Na PHC optámos por convidar a Mariana a juntar-se à nossa equipa de Testers.

Esta semana vimos o erro a ser abordado pela positiva por inúmeras empresas, em resposta ao engano da “Mariana”. E, não fomos todos “Mariana” em algum momento da nossa carreira? Como lidámos com esses erros? Quisémos descobrir o que pensam os nossos PHCs sobre o tema.
O Rui Fontes nos nossos escritórios do Porto

“Na minha equipa o foco é sempre colocado na aprendizagem. De cada erro tiramos uma lição."

Na PHC passamos os nossos dias a desenvolver software espetacular. Falámos por isso com o Rui Fontes, Junior Software Developer da nossa Product Maintenance Team, que nos falou do seu dia-a-dia na PHC. Começou a trabalhar connosco através de um estágio curricular, a que se seguiu um estágio profissional.

Já trabalha na PHC há vários anos e diz que nunca teve medo de errar. Contou-nos que sente que pode sempre partilhar com a equipa qualquer erro que cometa, sem receio de que o julguem ou condenem. “Tiramos inclusivamente tempo da nossa semana para compreender o que podíamos ter feito de forma diferente, de forma a evitar repeti-lo.”, acrescentou.

Instastorie desta 5ª feira, no nosso instagram @lifeatphcsoftware

“Quando começamos um novo emprego, temos sempre receio de falhar. A pressão é imensa. Mas o receio de errar também nos impede de tentar fazer as coisas de forma diferente. Arriscar (e errar) requer coragem.”

O Diogo Andrade, Junior IT Technician, deu-nos um testemunho bem diferente. Explicou-nos o quanto, ao começar o seu estágio, colocou em si mesmo uma enorme pressão para não falhar. Graças ao seu líder, compreendeu rapidamente o quanto queríamos que acrescentasse valor e que, para isso, tería de correr alguns riscos e procurar ir mais longe.

No seu dia-a-dia, agora, lida com erros cometidos pelos vários colaboradores da PHC. Sente que a forma como os ajuda a lidar com as situações os pode levar a mudar totalmente a forma como encaram a situação. Procura sempre ajudá-los a resolver, rapidamente, o sucedido, e procura minimizar os seus erros. Mesmo que seja só uma questão de reiniciar o computador.

 

A Joana Lopes nos nossos antigos escritórios em Lisboa, no Lagoas Park
O Diogo Andrade nos nossos escritórios do Porto

“Sempre ouvi dizer o mesmo: só não erra quem não faz.”

A Joana Lopes, People Development Team Lead, falou-nos de um erro que cometeu e lhe ficou na memória. Aquando de um direto do nosso CEO, Ricardo Parreira, passou atrás dos entrevistados de gatas (pensando, na altura, que não aparecia no enquadramento). O vídeo estava a ser transmitido live no Facebook e… resta-nos dizer que foi dos vídeos mais vistos de sempre.  

A forma descontraída como o seu líder lidou com a situação permitiu que superasse a questão. Claro que dali surgiram inúmeros memes gife a situação ainda hoje é contada aos nossos colaboradores, como um dos momentos emblemáticos da PHC. 

“A falha é fundamental na inovação. Temos de retirar o estigma da falha, para permitir que as nossas equipas tentem e inovem.” - Teresa van Oerle, Head of Innovation

A Teresa van Oerle, nossa Head of Innovation, explicou-nos o quanto o erro é importante para a inovação das empresas. Se uma empresa quer encontrar soluções diferenciadoras tem de permitir que o estigma da falha seja quebrado. “Se não tirarmos o estigma da falha, os nossos colaboradores nem sequer chegam a tentar. E, sem tentar, não inovam”.

Por isso, na PHC, fazemos por permitir que exista espaço para errar, conscientes da importância do erro para a melhoria incremental dos projetos e das equipas.

 

A segurança psicológica que garantimos aos nossos colaboradores é fundamental para conseguirmos que apliquem novas ideias e procurem novas soluções. E, claro, impacto no bem-estar dos mesmos. Quem o diz é o nosso Strategic, Risk & Control Officer, Miguel Capelão, que falou com entusiasmo sobre o que aconteceu com a Mariana do Continente.

 

“Vimos inúmeras marcas, inclusive concorrentes do Continente, a abordar este engano pela positiva, e a torná-lo numa oportunidade.”, explica-nos. Não podendo ser analisado como algo positivo, um erro ajuda à inovação e à criação. Podendo ser usado como oportunidade, a sua resolução exige, ainda assim, uma resposta rápida e uma análise de como podemos evitar situações semelhantes no futuro.

Mas “(…) há erros que vêm por bem. E a reação que todos tivemos perante esta situação ajudará por certo a que as empresas compreendam, cada vez mais, que há algo positivo a tirar de todas as situações.”

“Perante um erro, o que faz a diferença é a nossa reação. Se, by default, encararmos os erros pela positiva, conseguimos facilmente transformá-los em oportunidades.” – Miguel Capelão, Strategic, Risk & Control Officer
Obrigado, Mariana, por nos fazeres refletir sobre um tema tão importante. E não te preocupes: Já fomos todos Marianas.

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